Sobre a perda da feminilidade.

Estava vagando despretenciosamente pelos vales internéticos quando encontrei essa fotinha super vintage que, suponho eu, é uma das páginas de um livro de boas maneiras para esposas.

Diz na legenda da primeira foto que as imagens são da Allen Gilbert School for Undressing (Escola Allen Gilbert para Despimento, nem sei se é essa a palavra certa, ma o wordpress diz que não), na qual a mestra Connie Fooslau começa seu discurso sobre “Bedrom Don’ts”, algo como “Os Nãos do Quarto. Nesse discurso ilustrado ela fala sobre o pior método possível para despir-se.

Você que está lendo deve estar se perguntando: “Tá, mas e daí? É vintage, é legal, mas quem é que vai dar tanta importância na hora de despir-se?”.

A minha resposta é: “Todas nós!”. Ou ao menos deveríamos!

Nós mulheres estamos perdendo nossa graça e nosso charme com o passar dos anos. Tudo está ficando tão cru, tão “sem massagem”. Aposto que vocês já ouviram suas mães, tias e avós dizerem: “Os jovens de hoje em dia não são mas como antigamente. E não são mesmo!

Há coisas que devem ser mudadas e que são consequências inevitáveis da nossa evolução, mas eu me pergunto: Por que as mulheres estão querendo cada vez mais se masculinizar? Será uma tentativa de provar sua capacidade, provar que somos iguais à eles?

Aonde está a graciosidade dos tempos de Audrey Hepburn? Todas querem ser it girls como Jackie Kennedy, mas por que não dão valor à pequenos detalhes?

Me lembro de quando assisti Memórias de uma Gueixa e descobri que aquelas mulheres usavam métodos incríveis de sedução, que na verdade era mais do que sedução, era persuasão. Mostravam seus punhos e isso era demais!

Ok, tudo bem, fui um pouco longe demais. Mas o ponto em quero quero chegar com esse texto é sobre nós mulheres em geral: “Estamos perdendo nossa feminilidade!”. Assim como não se fazem cavalheiros como antigamente, as verdadeiras damas estão quase extintas!

Vamos rever nossos conceitos. É preciso andar com blusinhas ou saia extra curta junto, perder a delicadeza sendo mal educada ou adotar qualquer outra postura que nos privem da admiração?

Sou totalmente contra generalização e prego pela diferença, mas estou falando de ética, o.k?

Agradeço Coco Chanel por seus feitos em nossas vidas e não sou antiquada, ao contrário, sou bem moderninha.

Desculpem-me se o texto ficou cansativo, mas é que às vezes é difícil falar de algo importante com poucas palavras.

Obrigada pelas visitas 😉

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